Um evento local.
Uma audiência global.
Um dos maiores festivais de música do mundo abriu os seus palcos ao planeta inteiro. Sem registo, sem paywall, sem geobloqueio. Em 28 dias, viram-no de 95 países.

Uma regra de direitos de autor definiu o projeto.
As gravações dos concertos pertencem aos artistas e vivem nos seus canais. Essa regra definiu a arquitetura: as transmissões tinham de passar pelo player do YouTube, sem que a experiência do festival ficasse refém da interface do YouTube. E tinham de funcionar para quem chegasse pelo telemóvel a meio de um concerto.
- As gravações são dos artistas
- Vários palcos em direto ao mesmo tempo
- Espaço garantido no ecrã para patrocinadores
- Sem registo, subscrição nem geobloqueio
Um canal do festival, sem barreiras à entrada.
Um site dedicado com a identidade do festival, onde todos os palcos transmitem sem conta, sem subscrição e sem verificação de país. Basta abrir o link e ver. O patrocinador principal tem o seu lugar garantido no ecrã e a experiência continua a ser a do festival.
Trocar de palco
Passar entre palcos simultâneos com um toque.
Espaço para patrocinadores
Patrocinador principal e publicidade previstos no layout, sem competir com o espetáculo.
Direto ao cartaz
Ligação direta ao programa completo no site do festival.





